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sábado, 20 de março de 2010

SOBRE DESRESPEITO


- diga não ao desrespeito aos vegetarianos.


Deveríamos ser capazes de recusar-nos a viver se o preço da vida é a tortura de seres sensíveis.

(Mahatma Gandhi)






Sinto que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, para a satisfação de nossos desejos corpóreos.

(Mahatma Gandhi)




Feliz seria a terra se todos os seres estivessem unidos pelos laços da benevolência e só se alimentassem de alimentos puros, sem derrame de sangue. Os dourados grãos que nascem para todos dariam para alimentar e dar fartura ao mundo.

(Buda)




O que não concebo é degolar um cabrito, asfixiar uma pomba, cortar a nuca de uma galinha ou dar punhaladas em um porco para que eu coma seus restos. Não é por uma questão de química biológica o motivo de eu me ter passado para as fileiras do ovo-lacto-vegetarianismo, mas pelo imperativo moral de que minha vida não seja mantida às custas da vida de outros seres.

(Dr. Eduardo Alfonso, médico naturista espanhol)




A não-violência leva-nos aos mais altos conceitos de ética, o objetivo de toda evolução. Até pararmos de prejudicar todos os outros seres do planeta, nós continuaremos selvagens.

(Thomas Edison)




Haverá um tempo em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente da mesma forma como hoje se julga o assassino de um homem.
(Leonardo da Vinci)







Se os matadouros tivessem paredes de vidro, todos seriam vegetarianos. Nós nos sentimos melhores com nós mesmos e melhores com os animais, sabendo que não estamos contribuindo para o sofrimento deles.
(Paul e Linda McCartney)







#pensebem

 
Por Camilla e Paulo.

(não é para mostrar que alguém é melhor ou pior aqui não, só para ilustrar uma falta de respeito (na minha visão) com uma piada sem graça e de baixo nível que foi feita para nós no dia mundial sem carne.  obs: comentários bloqueados por aqui não se tratar de uma sala de bate-papo com linguajar qualquer e por não ser um blog "pessoal", mas sim com visão profissional.)

DIA MUNDIAL SEM CARNE


Pois é, hoje é o dia mundial sem carne. Criado em 1985, é a maior campanha em prol do vegetarianismo. O objetivo da campanha é conscientizar as pessoas da crueldade e violência contra os animais e dos benefícios de uma dieta vegetariana.
Precisamos ter em mente de que cada um tem o direito de lutar por aquilo que acredita, ainda mais se essa causa realmente é justa, ok ? Então eu aconselho as pessoas a pararem de criticar vegetarianos e vegans por tentarem salvar o meio ambiente, os animais e a saúde.
Para quem não sabe muito sobre vegetarianosmo assistam "A carne é fraca", um documentário produzido pelo instituto Nina Rosa. Muito interessante.
Por hoje é isso!


Beijos e sejam conscientes x)











Por Camilla e Paulo.

terça-feira, 16 de março de 2010

MOÇÃO DE REPÚDIO AO PARECER TÉCNICO EMITIDO PELA FUNAI

Somos os povos das florestas, dos rios, das chuvas, dos povoados, das aldeias, das cidades,
dos quilombos, dos assentamentos. Somos muitas vozes fazendo o mesmo chamado: é preciso
deter a máquina que empurra o planeta e a humanidade para o abismo. Dar fim ao sistema que
transforma a natureza em mercadoria e sobrevive às custas da exploração e humilhação de
bilhões de seres humanos. Dizemos que é tempo de libertar o trabalho e a imaginação para
reinventar a Terra, e fazer dela a casa comum onde todos vivam com justiça e liberdade.


Condenamos os projetos de grandes usinas hidrelétricas como alternativas de “energia limpa”,
como é o caso do projeto de construção da UHE de Belo Monte sobre o Rio Xingu. O
discurso utilizado para legitimar projetos de construção de barragens considera apenas o gás
metano emitido na superfície do lago, sem sequer mencionar as emissões das turbinas e
vertedouros. Esta é uma distorção ainda mais grave no caso de Belo Monte, uma vez que, do
modo como está planejado o projeto, haverá um grande volume de água passando pelas
turbinas, o que leva a uma maior emissão de gases.


A energia que será gerada em Belo Monte atenderá, sobretudo, à demanda de grandes
empresas eletro-intensivas, que historicamente sempre contribuíram para a destruição da
Amazônia, em nome do saqueio e da exportação de nossos recursos naturais. A construção de
Belo Monte atingirá 18 aldeias indígenas, representando desta forma uma ameaça ao modo de
vida dos povos originários e das populações tradicionais da Amazônia, verdadeiros
interessados na preservação da floresta, e de suas culturas ancestrais.


Não entendemos como a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), órgão do Governo Federal
constituído para reforçar a cidadania indígena, pode aprovar o projeto da Hidrelétrica de Belo
Monte. Enquanto isto, dezenas de líderes Kayapós estarão realizando uma assembléia nas
cabeceiras do Rio Xingu, no final deste mês de outubro, rejeitando completamente o projeto.
Pautado nestes elementos, o Comitê Metropolitano do Movimento Xingu Vivo para Sempre, a
Rede FAOR, e o FSPA, vem a público denunciar e repudiar o parecer técnico emitido pela
FUNAI que, em relação à avaliação do componente indígena dos estudos de impacto
ambiental da UHE Belo Monte, considera o empreendimento viável. Uma análise apurada
deste parecer mostra facilmente sua fragilidade e inconsistência, deixando clara a única
intenção do Governo Federal, do Presidente Luís Inácio “Lula” da Silva, de cumprir as
exigências legais e empurrar “goela abaixo” a hidrelétrica de Belo Monte.
Por isso gritamos.


“BELO MONSTRO” NÃO
VIVA A RESISTÊNCIA DOS POVOS DA FLORESTA

VIVA A ALIANÇA ENTRE O CAMPO E A CIDADE
VIVA O RIO XINGU, VIVO PARA SEMPRE


Belém, 25 de outubro de 2009


Comitê Metropolitano do Movimento Xingu Vivo para Sempre: FUNDO DEMA, FASE,
IAMAS, IAGUA, APACC, CPT, SDDH, MST, SINTSEP, DCE/UFPA, MLC, GMB/FMAP,
UNIPOP, ABONG, CIMI, MANA-MANI, COMITÊ DOROTHY, FUNDAÇÃO TOCAIA,
CIA. PAPO SHOW, PSOL, MHF/NRP, COLETIVO JOVEM/REJUMA


Fórum da Amazônia Oriental (FAOR)
Fórum Social Pan-Amazônico (FSPA)
 
 
 
Achei muito interessante este documento que está arquivado no site do greenpeace, realmente me comoveu.
Tive que socializar isso com vocês. Espero que Gostem. Camilla.
 
 
Sigam-nos no twitter, na comunidade e nos mande e-mails.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Tecnologias e o meio ambiente

As primeiras tecnologias foram baseadas buscando-se sobrevivência, como as primeiras armas para caça e a descoberta do fogo, tanto para o cozimento de alimento como para se proteger do frio. Com o passar do tempo, as tecnologias começaram a aumentar. A revolução Industrial foi um grande marco para uma nova era na humanidade.




“A Revolução Industrial consistiu em um conjunto de mudanças tecnológicas com profundo impacto no processo produtivo em nível econômico e social. Iniciada na Inglaterra em meados do século XVIII, expandiu-se pelo mundo a partir do século XIX.” (WIKIPÉDIA, 2010)



Desde o início da Revolução Industrial a concentração de CO2, por exemplo, aumentou de 280 partes por milhão (ppm) para 365ppm*. A partir dos meios de transporte, com a queima de combustíveis fósseis , a natureza ficou muito mais a deriva com as poluições , principal causa do aquecimento global. Com o passar do tempo a extração de matéria-prima para mais indústrias, estas muitas vezes de alto porte, aumentou os impactos ambientais, assim como o aumento de população e consequentemente mais e mais danos ao planeta. Chegamos assim no século XX, quando surgem os primeiro acordos multilaterais voltados para o meio ambiente, estes vão se desenvolvendo e novos acordos vão sendo criados, a partir daí as pessoas começam a investigar cada vez mais as consequências que a natureza estava sofrendo devido a ação antrópica e as suas tecnologias de cunho, principalmente, egoísta.



Dois exemplos mais vistos atualmente sobre a relação tecnologia X meio ambiente está na na reciclagem de materiais e na criação de residências ecologicamente corretas. A primeira consiste no processo de converter lixo descartado em produto semelhante ao inicial ou outro, os benefícios são: diminuição para a poluição, melhorar a limpeza da cidade e a qualidade de vida, prolongar a vida útil dos aterros sanitários, gerar empregos para a população não qualificada, contribuir para a valorização da limpeza pública, entre outros. Já a construção de residências ecologicamente corretas baseiam-se na integração de valores e conhecimentos ecológicos, adotando várias tecnologias sustentáveis, como uso de descargas que utilizam menos água, implantação de energia solar, construção a partir de materiais reutilizados ou ditos como menos danosos a natureza, como o uso de bambu (construçãoes conhecidas como biocontruções, utilizadas principalmente nas ecovilas), reutilização da água da chuva, dentre outros. As vantagens vai desde um planejamento viável, mesmo que este se apresente a longo prazo, até diminuição de resíduos na cidade e consequentemente no planeta.



Sendo assim, as tecnologias mesmo que tenham sido as percurssoras do aumento da poluição planetária, extinção de espécies na fauna e na flora, dentre outras, vêm sendo, atualmente, uma grande amiga do meio ambiente como um todo. Vale lembrar que a tecnologia não é uma figura solta no espaço, mas ela só existe graças ao poder do homem, o homem que dá vida para toda e qualquer tecnologia, então isso mostra a grande responsabilidade que todos têm que levar, planejando formas mais eficazes de melhorar o planeta. É necessário se atentar para questões que muitas vezes são debatidas mais não são solucionadas como o aquecimento global, queimada em reservas ecológicas, lixo urbano e etc. Mesmo que tecnologias específicas já existam para a ajuda nessas questões , como satélites de monitoramento ambiental, reciclagem, reutilização de materias, bioconstruções, vale lembrar que precisamos cada vez de mais para resolucionar os problemas já citados – e outros. A tecnologia hoje não mais deve ser inimiga do meio ambiente, mas deve, sim, ser encarada como fator relevante nas mudanças ambientais e adjacentes, como saúde e educação.









*BARBIERE, J. Carlos. Gestão Ambiental Empresarial, 2º edição - Editora Cengage Learning.






Bibliografia


- http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecovila


-http://www.ambientebrasil.com.br/


- BARBIERE, J. Carlos. Gestão Ambiental Empresarial, 2º edição - Editora Cengage Learning.

Por Camilla


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Twitter? @tonsdeverdeneon
E-mail? tonsdeverdeneon@hotmail.com
Comunidade? Tons de verde neon
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Obs: Essa é uma resenha que fiz para a faculdade na disciplina de Sociedade e Tecnologia. Estou bem sem tempo. E Paulo também. Nos perdoe na demora da postagem!

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Para v6 ficarem por dentro:

TABELAS DE RECICLAGEM


PLÁSTICO


Reciclável :


• Copos
• Garrafas
• Sacos/Sacolas
• Frascos de produtos
• Tampas
• Potes
• Canos e Tubos de PVC
• Embalagens Pet
(Refrigerantes, Suco, Óleo, Vinagre, etc. )


Não Reciclável:


• Cabos de Panelas
• Adesivos
• Espuma
• Acrílico
• Embalagens Metalizadas
(Biscoitos e Salgadinhos)




METAL


Reciclável:


• Tampinhas de Garrafas
• Latas
• Enlatados
•Panelas sem cabo
• Ferragens
• Arames
• Chapas
• Canos
• Pregos
• Cobre


Não Reciclável:
• Clipes
• Grampos
• Esponja de Aço
• Aerossóis
• Latas de Tinta
• Latas de Verniz,Solventes Químicos, Inseticídas






PAPEL


Reciclável:


• Jornais e Revistas
• Listas Telefônicas
• Papel Sulfite/Rascunho
• Papel de Fax
• Folhas de Caderno
• Formulários de Computador
• Caixas em Geral (ondulado)
• Aparas de Papel
• Fotocópias
• Envelopes
• Rascunhos
• Cartazes Velhos


Não Reciclável:


• Etiquetas Adesivas
• Papel Carbono
• Papel Celofane
• Fita Crepe
• Papéis Sanitários
• Papéis Metalizados
• Papéis Parafinados
• Papéis Plastificados
• Guardanapos
• Bitucas de Cigarros
• Fotografias










VIDRO


Reciclável:


• Garrafas
• Potes de Conservas
• Embalagens
• Frascos de Remédios
• Copos
• Cacos dos Produtos Citados
• Pára-brisas


Não Reciclável:


• Espelhos
• Boxes Temperados
• Louças
• Cerâmicas
• Óculos
• Pirex
• Porcelanas
• Vidros Especiais (tampa de forno e microondas)
• Tubo de TV




Por Camilla Trigo.
Apoio Paulo Victor.
Fonte: Natural Limp


Mais informação e meio ambiente?
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Glifosato e a agricultura.

Hoje uma matéria mais científica. Um herbicida, considerado o mais a principal descoberta da história recente da indústria de agrotóxicos, chamado de glifosato forçam produtores de grãos das três Américas a reverem suas práticas. Ervas que disputam energia com a soja e o milho estão muito resistentes ao glifosato, assim anulando as vantagens dos ‘produtos’.





“O controle de plantas como buva, azevém, amendoim bravo (leiteira) e capim amargoso – que estão se tornando mais fortes que o glifosato em lavouras brasileiras exige participação direta do produtor. Se afetado, ele precisa mudar de cultura, reorganizar a sequência de plantios ou tentar abafar as ervas daninhas no inverno com o plantio de gramíneas. O último recurso é voltar à época da foice e da enxada. Já existem áreas em que só trabalho manual detém as invasoras.”

Pelo menos enquanto países como Estados Unidos e Argentina tentam alertar agricultores, cooperativas e técnicos, o Brasil começa a enfrentar o problema com uma vantagem: a diversidade produtiva. O caso é que para o cultivo de até três safras por ano é necessário o uso de diferentes produtos e sementes, o que ajuda a rebater a resistência aos agrotóxicos, mas mesmo assim uma boa parte das regiões brasileiras é suscetível ao problema e a aplicação descontrolada de agroquímicos.



“No Brasil, o principal desafio na guerra contra o novo problema é vencer a buva. A planta saiu do barranco para o meio da lavoura e, imbatível, infestou regiões agrícolas inteiras em menos de cinco anos, incluindo Sudoeste, Oeste, Noroeste e Norte do Paraná. Perto de 40% da área de soja do estado foi infestada, avalia a Embrapa.



Segundo pesquisa da instituição, uma única planta produz perto de 70 mil sementes. Há relatos de até 200 mil sementes. E dois pés de buva por metro quadrado são suficientes para provocar perda de até 30% na produção de soja, afirma Fernando Adegas, pesquisador da Embrapa Soja, de Londrina.”

É. Cuidado com a Buva O_ó

Pesquisa, resumo, foto, postagem, revisão e tudo mais: Camilla Trigo.
Fonte: Revista DAE
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Projeto Tamar - IBAMA .


Com o objetivo de preservar as tartarugas marinhas foi criado o Projeto Tamar – IBAMA. Começando pela Bahia, Espírito Santo e Sergipe o Projeto ganhou cada vez mais o seu espaço no litoral brasileiro e ilhas oceânicas. Hoje soma-se 22 bases espalhadas por nove estados, em pontos estratégicos da costa.



Entre setembro e março, no litoral, o trabalho se torna mais intenso devido a desova das tartarugas. O Tamar emprega 400 pessoas no período de desova, a maioria pescadores e pessoas das comunidades aonde atua ! São desenvolvidos programas comunitários, de pesquisa e estágios para estudantes de biologia, oceanografia, engenharia, veterinária e demais cursos com o foco na parte ambiental.
Ao todo, durante os 26 anos de atividade do Tamar, , mais de 7 milhões de filhotes já foram protegidos. E os trabalhos continuam para que esse número seja maior a cada ano.



“Nos próximos meses, milhares de pessoas estarão mobilizadas ao longo de mais de 1.100 km de praias brasileiras, dedicando-se à proteção dos ovos, fêmeas e filhotes e também aos estudos a serem realizados. Serão pesquisadores, pescadores, estagiários, atendentes, moradores litorâneos, órgãos governamentais, prefeituras e patrocinadores, parceiros na conservação das tartarugas marinhas. “

Fotos e Pesquisa : Paulo Victor
Resumo e assunto: Camilla Trigo

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