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quarta-feira, 9 de março de 2011

Descartando Lixo Eetrônico enviando um E-mail

Olá, meu verdinhos!!!
Como foram de carnaval? Aproveitaram?
Falando em carnaval vou procurar aqui uma materia da Revista Exame, se não me engano, que mostra a quantidade de lixo neste carnaval no Rio e Sampa. Bem preocupante,por sinal. Para variar.
Mas agora vamos nos focar em outro tipo de lixo,eletrônicos.
Para muitas pessoas ainda é uma icógnita aonde destinar os lixos eletrônicos, e foi desta maneira que a empresa Cidadão Eco recolhe a mais de um ano a sucata eletrônica em pontos da grande São Paulo, e sabe como? A primeira etapa é enviar um e-mail. Além de ser fácil tem haver com a temática, hum?!

"No site da empresa (Eco Cidadão) é possível agendar a coleta. Basta preencher o formulário que será enviado por e-mail com seus dados e a relação do que será retirado. Participam do serviço materiais como HDs, placas, memórias, computadores, celulares, fios e cabos de força, processadores, baterias automotivas, aparelhos de CD e DVD, entre outros. "

E são nessas reportagens que vemos o quanto de pessoas interessadas com a saúde do planeta existem.
Beijos Verdes =*

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

E-mail Greenpeace-Philips

Recebi hoje um e-mail e acho de extrema importância me utilizar desse meu meio de comunicação para mostrar o mesmo.

A aliança Greenpeace-Philips contra as lâmpadas incandescentes


O Diário Oficial da União de 6 de janeiro publicou as portarias interministeriais 1.007 e 1.008, envolvendo os ministérios de Minas e Energia (MME), Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, determinando o ano de 2016 como prazo limite para a utilização de lâmpadas incandescentes no País, exceto para algumas poucas aplicações específicas.
O banimento das incandescentes, tecnologia consagrada por mais de um século de excelentes serviços prestados à Civilização, é uma tendência internacional motivada pelas concessões generalizadas que os governos nacionais têm feito ao movimento ambientalista internacional e a sua enorme influência sobre a opinião pública mundial. Não obstante, como tem sido um fato recorrente em quase todas as propostas ambientalistas, além de tal troca ser muito menos vantajosa tecnicamente do que querem fazer crer os seus proponentes, ela tem em sua origem uma aliança oportunista entre ambientalistas em busca de novas campanhas que justifiquem a sua existência, grandes empresas à procura de novas oportunidades de lucros, tecnocratas ávidos de impor novas regulamentações à sociedade e lideranças políticas interessadas em cativar potenciais eleitores com atitudes “politicamente corretas”.
Assim, as incandescentes poderão juntar-se a uma lista de produtos que os ambientalistas e seus mentores conseguiram retirar de circulação ou restringir drasticamente a sua produção e usos, por motivos meramente políticos, que nada tinham a ver com os fatos científicos observados. Dois casos emblemáticos foram o DDT, ainda hoje o mais barato e eficiente pesticida conhecido, e os clorofluorcarbonos (CFCs), que abriram ao mundo os benefícios da refrigeração em massa. Em ambos os casos, por se tratar de produtos de custo de produção extremamente baixo e cujas patentes já eram de domínio público, as grandes empresas transnacionais que os produziam inicialmente não apenas não se opuseram às campanhas espúrias dos ambientalistas em favor do seu banimento, mas acabaram por incentivá-las, para introduzir no mercado novos produtos substitutos – devidamente protegidos por patentes e muito mais caros.
Uma história semelhante parece repetir-se com as lâmpadas criadas por Thomas A. Edison há 130 anos. Na origem da campanha contra as incandescentes, está uma aliança de oportunidade entre o Greenpeace e a gigante elétrica Philips, como revelou o jornalista holandês Syp Wynia, na edição de 8 de agosto de 2009 da revista semanal Elsevier.
Segundo Wynia, a Philips estava (e continua) engajada em desenvolver o mercado de lâmpadas fluorescentes e LEDs. Como as incandescentes têm custos de fabricação extremamente baixos, a multinacional holandesa considera muito mais interessante promover as fluorescentes e as LEDs, que podem custar até dez vezes mais.
Em 2007, o Greenpeace foi recrutado para promover a associação das lâmpadas incandescentes ao discurso catastrofista sobre as mudanças climáticas, por meio do argumento da suposta ineficiência energética das incandescentes – que, ao consumir mais energia que as fluorescentes e LEDs, estariam promovendo um maior consumo de combustíveis fósseis e contribuindo decisivamente para as emissões de gases de efeito estufa. Assim, a ONG deflagrou, primeiramente na Holanda (também seu país sede), uma exitosa campanha contra as incandescentes, intitulada “Salvem a Terra, proíbam as incandescentes”, que resultou na aprovação de uma lei pelo Parlamento daquele país, a qual determina a retirada das incandescentes do mercado holandês até 2012.
Aprovado o banimento na Holanda, a então ministra do Meio Ambiente do país, Jacqueline Cramer, passou a fazer um ativo lobby junto aos seus pares da União Europeia (EU), no sentido de estender a medida ao bloco. A tarefa foi facilitada pela grande repercussão obtida pela divulgação do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e pelo documentário premiado de Al Gore, «Uma Verdade Inconveniente». Em menos de um ano, a UE determinou o banimento de lâmpadas incandescentes de 100 ou mais watts, a partir de 2009, e um banimento completo até setembro de 2012.
Ainda segundo Wynia, a Philips financiou ativamente a campanha ambientalista contra as incandescentes, proporcionando generosas verbas a ONGs como o Greenpeace e outras. A multinacional também patrocinou palestras de Al Gore na Holanda, para “conscientizar” a população local da necessidade de se abolir as incandescentes.
Por outro lado, o banimento das incandescentes pode acarretar uma série de problemas para os consumidores dos países que adotarem a medida. Para começar, as fluorescentes e LEDs são bem mais caras. Na loja online da rede Pão de Açúcar, uma incandescente Philips de 100 W custa R$ 2,85, enquanto uma fluorescente de 20 W (equivalente a uma fluorescente de 75 W) da mesma marca custa R$ 14,73.
Além disso, ao contrário do que comumente se afirma, as fluorescentes não representam uma grande economia de energia e durabilidade, exceto nos casos de uso continuado por longos períodos, típicos de instalações comerciais e industriais, repartições públicas, escolas etc. Se submetidas a constantes operações liga-desliga, comuns nas residências, a sua vida útil pode reduzir-se quase à das incandescentes.
Some-se a isso o fato de que as fluorescentes registram um maior consumo de energia quando são ligadas do que ao longo do seu funcionamento, de modo que operações liga-desliga constantes podem resultar num consumo de energia equivalente ou maior que o das incandescentes.
Ademais, as CFL (da sigla em inglês para Lâmpada Fluorescente Compacta) possuem metais tóxicos em sua composição, como o mercúrio, que podem ser liberados no ambiente em casos de quebra ou disposição inadequada após o seu descarte. Igualmente, como a sua luz é emitida em pulsos, ao contrário das incandescentes, elas podem afetar pessoas sensíveis a constantes variações de iluminação.
Portanto, assim como ocorreu com o DDT e os CFCs, não há quaisquer motivos para se promover tal substituição de padrão tecnológico, exceto os mencionados anteriormente. Felizmente, o banimento das incandescentes tem suscitado um intenso debate em países europeus, onde a população tem mostrado uma grande resistência à mudança. Na própria Holanda, até mesmo alguns dos políticos que apoiaram a abolição mudaram de posição, como a porta-voz para assuntos ambientais do Partido Democrata Cristão (CDA), Liesbeth Spies. Para ela, a economia de energia resultante da substituição das incandescentes pelas fluorescentes é muito relativa, e que o banimento é uma proposta absurda.
O caso mais interessante de resistência ao banimento é o da Nova Zelândia. O país, que chegou a se comprometer em abolir as incandescentes em 2007, foi o único caso no mundo até o momento a voltar atrás de tal medida. A decisão de declinar de tal compromisso foi tomada em dezembro de 2008, após as eleições que elegeram o novo primeiro-ministro John Key. São oportunas as palavras do atual ministro de Desenvolvimento Econômico, Energia e Recursos Naturais do país, Gerry Brownlee, que, perguntado sobre porque havia declinado de banir as incandescentes, afirmou: «Há um grande número de excelentes razões pelas quais não nos mobilizaremos para banir as lâmpadas incandescentes. A primeira é que o governo acredita que essa que a escolha não é compulsória, que a capacidade dos indivíduos de tomar as suas próprias decisões sobre que tipo de vida desejam ter, e que contribuição queremos dar com relação às mudanças climáticas, é muito melhor do que um pequeno Estado ditando o que devem ou não fazer.» (www.parliament.nz)
Oxalá, os legisladores e cidadãos brasileiros em geral demonstrem uma lucidez semelhante e se mobilizem para impedir mais essa tramoia disfarçada de "verde".


Autor:
Leandro Batista
Fonte:
Jornal do MSIA - Movimento de Solidariedade Ibero-Americana
1a. quinzena de janeiro de 2011
Vol XVII, no. 15

sábado, 4 de dezembro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Duas de cinqüenta e uma

O Relatório do Meio Ambiente não mente: O Brasil só cumpriu duas das cinqüenta e uma metas nacionais de biodiversidade. Esse relatório foi preparado para a décima edição da Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP-10). Essas metas foram: Redução de 25% do número de focos de incêndio em cada bioma e catalogação de todas as espécies brasileiras da fauna e da flora conhecidas.



“O relatório informa que outras quatro metas foram cumpridas parcialmente: conservação de pelo menos 30% do bioma Amazônia (chegou a 27%); aumento dos investimentos em estudos para o uso sustentável da biodiversidade; aumento no número de patentes geradas a partir de componentes da biodiversidade; e redução de 75% na taxa de desmatamento na Amazônia.” , segundo O ESTADÃO.

Pois é, ainda existe muito o que se mudar.

por camilla trigo
fonte o estadão

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Mais de um quinto das espécies de plantas do mundo estão hoje sob ameaça de extinção.

Mais de um quinto das espécies de plantas do mundo estão hoje sob ameaça de extinção. Isso foi o que apontou um estudo feito por pesquisadores do Jardim Botânico Real, na Inglaterra.
A pesquisa mostrou que o dematamento e a agricultura que vêm contribuindo como as principais causas das ameaças a mais de 380 mil espécies do mundo. E as florestas Tropicais estão na frente como as mais ameaçadas.

“No mundo, a cada dois segundos, uma área de florestas do tamanho de um campo de futebol desaparece. O desmatamento é a causa de um quinto das emissões de gases de efeito estufa globais, mais do que todos os carros, aviões e trens do mundo somados”, disse Christoph Thies, coordenador da Campanha de Florestas.

Isso mostra mais uma vez o grande descaso existente com a biodiversidade do nosso planeta. É muito bom lembrar que estamos exaurindo nossas verdadeiras riquezas em troca de uma coisa que no futuro não iremos comer: dinheiro. É necessário um equílibrio, por parte das empresas e do capitalismo atual para com o meio ambiente, além de profissionais aptos na áera ambiental para solucionar problemas cada dia mais preocupantes. E o mais importante: Um governo preocupado com o futuro do nosso país, e além disso: do futuro mundial.

Por Camilla Trigo
Fonte Greenpeace Brasil

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Café e Aquecimento Global.

Ribeirão Preto e São José do Rio Pardo são áreas que sofreram com a chuva, porém esta não foi suficiente para provocar umidade no solo. Os Cafeicultores estão esperando por um volume maior de chuva para o florescimento do café, diferentemente da época do ano passado, aonde todos os cafezais estavam em flor. Os canaviais e as lavouras de citros também sentem a baixa umidade do solo e os produto-res estimam perdas, principal-mente em Jales, Ribeirão Preto, Araraquara e Ilha Solteira.


"A elevação da temperatura aumentou a necessidade de irrigação nas lavouras de alcachofra de Piedade, nas hortas de Mogi das Cruzes, nos campos de tomate de Sumaré e Ribeirão Branco e nas parreiras de uva de Jales e Fernandópolis. Apesar de elevar o custo de produção, essas condições beneficia ma qualidade dos produtos. "
Para reduzir impactos de estiagem o jeito é o Sistema de Palntio Direto,o solo com cobertura de palha evita oscilações elevadas de temperatura e a evaporação diminui *economia de água*

Está aí mais um problema ocasionado pelo aquecimento global, e ainda tem gente que acha que o nosso Planeta está muito bem.

Por Camilla Trigo
Fonte Editora Agrícola

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Lixo que vem dos "Países de Luxo".

   Foram quarenta contêineres que chegaram da Inglaterra aqui no Brasil, mais precisamente no Rio Grande do Sul, com com lixo tóxico, domiciliar e eletrônico. A polícia Federal irá acionar a Interpol para verificar a responsabilidade do caso.
"As empresas argumentam que compraram ou intermediaram a compra dos materiais para reciclagem, o que é considerado legal, mas as companhias inglesas acabaram enviando lixo. Segundo o Ibama, duas delas dizem que podem providenciar o retorno do material à Europa."
    A receita Federal afirma que o caso é bem similar com o que ocorre na Itália e na África. Pois é, as empresas Italianas enviam lixo para a África! Um dos tóneis aqui no Brasil veio cheio de brinquedo, dizendo para ser entregue às crianças daqui do Brasil. Mas que caridosos, não é mesmo ? :/
   "Quem tem que devolver é a autoridade daqui, porque essa mercadoria não devia nem ter entrado no Brasil", foi o que afirmou a advogada Silvana Giacomini, que representa duas empresas autuadas do Rio Grande do Sul.
   Bem, cada vez que passa os casos se complicam. Talvez seja um problema que vem do fato do Brasil ter leis maleáveis e um controle bem baixo do que ocorre no país. Por outro lado, é bom vermos como idolatramos tanto países europeus que não têm responsabilidade política, tão quanto ambiental.

por camilla trigo
fonte zero hora

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

BOAS NOVAS!

Oi pessoal! Desta vez trago boas novas. Como a maioria já deve ter visto é agora lei o fato de todas as empresas aceitarem seus lixos de volta, exeplo de empresas de celulares, televisões... enfim, lixo tecnológico. Agora se você não quiser revender e nem ficar com aquele aparelho em casa sem utilidade é só ir até a loja e assinar um termo de doação. Pronto! Sua casa limpa, o meio ambiente seguro, e mais equipamentos com materias que podem ser reciclados.

Camilla Trigo

domingo, 18 de julho de 2010

Corais pela sobrevivência.

Olá ! Nossa, realmente muitíssimo tempo sem postar por aqui. Mas eu tive exames, ainda estou em aula do inglês e ainda é o último ano do curso completinho. Mas ao que vem ao caso, irei voltar de pouquinho. Hoje vou postar algo bem legal sobre corais que li hoje, uma colega minha me passou por e-mail. Nem vou editar, colocarei como me foi enviado, tudo bem ? Espero que todos estejam aproveitando as férias.





"A Grande Barreira de Coral da Austrália, o maior sistema de corais do mundo, tem apenas uma chance de 50% de sobrevivência caso as emissões globais de dióxido de carbono não sejam reduzidas em ao menos 25% até 2020.
É o que disse neste terça-feira (17) uma coalisão de 13 cientistas australianos de destaque que estudam clima e corais.
Eles disseram também que cortes ainda maiores, de até 90% até 2050, seriam necessários para a sobrevivência futura dos corais, evitando-se sua morte pelo aquecimento do oceano.
A Austrália, um dos maiores emissores de CO2 do mundo por capita, apenas sinalizou com corte de emissões em 5% dos níveis de 2000 até 2020.
O governo do país disse que poderia avançar para 25% se um acordo climático robusto internacional fosse atingido na cúpula de Copenhague em dezembro.
No entanto, impasses tornam improvável um acordo com comprometimento legal este ano. "

Postado por Camilla Trigo

terça-feira, 4 de maio de 2010

A Mancha

     Já com 200km, a mancha de petróelo que se espalha pelo Golfo do México e Estados Unidos triplicou. Isso é o que afirma os cientistas. Isso pode se tornar um dos maiores desastres da história dos EUA, o vazamento já atingiu a costa da Louisiana, e ameaça a exploração de peixes e camarões na região.


"Há óleo suficiente lá fora, é lógico que ele irá atingir a costa", disse o almirante Thad Allen, em uma teleconferência com jornalistas. "A questão é onde e quando."
     A mancha ainda não afetou pontos vitais do rio Mississipi e a portos da Costa do Golfo.


Segundo a Guarda Costeira norte-americana, é "impossível" estimar a quantidade exata de óleo que vazou no oceano e que o acidente causará "um montante extraordinário de problemas".
     Os EUA coloca pressão na BP, petrolífera britânica responsável pelo desastre. Acredita-se que o equivalente a até 5 mil barris de petróleo estejam vazando para o mar a cada dia.




Resumo referido á : O caso da recente explosão seguida de vazamento da plataforma de petróleo Deepwater Horizon, no Golfo do México, ocorrida no último dia 20, que expõe as sérias deficiências do modelo petrolífero do qual somos dependentes.  (matéria completa)


por camilla
fonte G1 e Greenpeace
e desculpe a demora para postar algo.

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Glifosato e a agricultura.

Hoje uma matéria mais científica. Um herbicida, considerado o mais a principal descoberta da história recente da indústria de agrotóxicos, chamado de glifosato forçam produtores de grãos das três Américas a reverem suas práticas. Ervas que disputam energia com a soja e o milho estão muito resistentes ao glifosato, assim anulando as vantagens dos ‘produtos’.





“O controle de plantas como buva, azevém, amendoim bravo (leiteira) e capim amargoso – que estão se tornando mais fortes que o glifosato em lavouras brasileiras exige participação direta do produtor. Se afetado, ele precisa mudar de cultura, reorganizar a sequência de plantios ou tentar abafar as ervas daninhas no inverno com o plantio de gramíneas. O último recurso é voltar à época da foice e da enxada. Já existem áreas em que só trabalho manual detém as invasoras.”

Pelo menos enquanto países como Estados Unidos e Argentina tentam alertar agricultores, cooperativas e técnicos, o Brasil começa a enfrentar o problema com uma vantagem: a diversidade produtiva. O caso é que para o cultivo de até três safras por ano é necessário o uso de diferentes produtos e sementes, o que ajuda a rebater a resistência aos agrotóxicos, mas mesmo assim uma boa parte das regiões brasileiras é suscetível ao problema e a aplicação descontrolada de agroquímicos.



“No Brasil, o principal desafio na guerra contra o novo problema é vencer a buva. A planta saiu do barranco para o meio da lavoura e, imbatível, infestou regiões agrícolas inteiras em menos de cinco anos, incluindo Sudoeste, Oeste, Noroeste e Norte do Paraná. Perto de 40% da área de soja do estado foi infestada, avalia a Embrapa.



Segundo pesquisa da instituição, uma única planta produz perto de 70 mil sementes. Há relatos de até 200 mil sementes. E dois pés de buva por metro quadrado são suficientes para provocar perda de até 30% na produção de soja, afirma Fernando Adegas, pesquisador da Embrapa Soja, de Londrina.”

É. Cuidado com a Buva O_ó

Pesquisa, resumo, foto, postagem, revisão e tudo mais: Camilla Trigo.
Fonte: Revista DAE
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Energia Osmótica


Statkraft, empresa da Noruega, acaba de inaugurar o primeiro protótipo de energia osmótica do mundo, que vem sendo estudado pelo mesmo há 10 anos. A potência é oriunda da mistura de água doce com água salgada.



"Essa nova tecnologia gera eletricidade simplesmente misturando água. Novas soluções para atender aos desafios climáticos podem estar mais próximas do que esperamos, o que me dá certeza de um futuro promissor", afirmou o presidente e CEO da Statkraft, Bard Mikkelsen.


Vários convidados internacionais estavam presentes na inauguração do protótipo. A energia osmótica não produz ruídos ou emissões poluentes, além de poderem ser integradas a áreas industriais existentes.


Na Europa, a Statkraft é a maior empresa de energia renovável. O grupo desenvolve e gera energia hidroelétrica, eólica, energia a gás, dentre outros tipos. O grupo emprega 3.200 funcionários em mais de 20 países.





Pesquisa e resumo: Camilla


Apoio: Paulo


Fonte: Revista DAE

domingo, 20 de dezembro de 2009

Conferência do blábláblá.


Muita gente já imaginava que a Cop15 daria no que deu... em praticamente nada. O talvez nada mesmo ;( Foi muito Blábláblá, se resumindo apenas em questões de 'quem faz?' 'quem paga?' 'quem se responsabiliza?'. Foi isso durante esses dias em Copenhague . Existe quem diga que foi melhor do que nada,mas sinceramente nós não estamos em tempo de pensar em migalhas,pois estamos passando por um processo brusco, o Planeta não vai suportar pessoas que só querem se comprometer em consumir. Vamos, todo nós ( e a geração que está vindo) pagar por nossos erros, fortes erros. É lamentável chegar até esse ponto e nada se tornar mais concreto. Bem, talvez nós estejamos pegando pelo lado errado da coisa, talvez reunir para discutir não seja a solução, ou talvez não dessa forma. Temos que pensar um pouquinho mais abaixo da pirâmide.Bem, mesmo sendo os presintes aqueles que se responsabilizam por um determinado país é necessário que pequenas comunidades, seja estados ou vilas (...) peguem para reunir determinados representantes e depois a própria comunidade para chegar a certos parâmetros de desenvolvimento ambiental, mostrar formas de ampliar a visão das pessoas, pobres ou ricas, da importância, da necessidade de se pensar no futuro,na visão ambiental.

O caso é que os pobres acabam não pensando em casos como estes pois não tiveram educação ou por que simplesmente existem coisas muito mais importantes do que isso, como dinheiro. E o ricos não querem parar de consumir. Mas ninguém falou que seria fácil mudar a cabeça das pessoas, que seria fácil educar pessoas que já estão viciadas no seu modo de viver. O fato está todo ai, na dificuldade. Eu só espero que a gente saiba escolher melhor nossos representantes e que a gente coloque na cabeça a importância de uma mudança individual para que cada mundinho próprio eduque um mundo inteiro.


Esses são os meus votos ao mundo junto com os meus pesames sobre a Cop15.


Bem,então vai ai uma lista do que foi definido lá em Copenhague :


-2°C o aumento máximo da temperatura até o fim do século

-Os países ricos se comprometem a ajudar os mais pobres, nos termos da proposta de ontem – US$ 10 bilhões por ano até 2015, US$ 50 bi até 2020 e US$ 100 bi daí em diante

-nas metas de redução das emissões, foi feita uma fórmula para acomodar o que todos queriam: somaram as propostas que havia na mesa, deu 20% até 2020, e assim ficou – quando a recomendação dos cientistas era no mínimo 25%

- No longo prazo, até 2050, as emissões globais devem cair 50%, sendo que os ricos devem contribuir com 80%


Quanto tempo ainda nos resta?


Fonte: Globo

Dados pesquisados por Paulo

Texto de Camilla

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Cientista acredita que negociações para o clima serão uma catástrofe.



“Espero que as pessoas não aceitem isso como sendo o caminho certo, porque é uma catástrofe completa”. Isto foi o que disse James Hansen, diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA. Segundo ele tudo poderá funcionar pior do que o Protocolo de Kyoto.
De acordo com o cientista não existe forma das mudanças climáticas 'serem governadas' por políticos finjindo estipularem compromissos. “Não cabem compromissos nesses tipos de assuntos. Não dá para dizer apenas: vamos reduzir a escravidão, portanto vamos nos comprometer em reduzi-la em 50% ou 40%.", exemplificou Hansen. Para ele faltam líderes com capacidade de encarar os problemas e dizer o que realmente precisa ser feito.
O mercado de caborno é um outro ponto condenado pelo mesmo. Ele acredita que o mercado de caborno é como a igreja católica na idade média, quando os bispos coletavam do povo dinheiro para em troca perdoarem os pecados. “É exatamente isso que está acontecendo. Temos os países desenvolvidos, que querem deixar as coisas como estão, e as nações em desenvolvimento, que querem dinheiro e podem obtê-lo por meio do mercado de carbono”, aponta ele.
Mesmo sendo bastante controverso no ponto de vista, Hansen conclui sendo otimista. Ele diz que não é porque as coisas estão dificeis que é necessário deixarmos de acreditar em uma melhora e acima de tudo deixar de agir.
Estaria o cientista realmente certo? Apesar de fazer todo sentido melhor acreditarmos na Cop15 que está acontecendo. Mesmo que seja difícil é preciso cobrar dos líderes políticos, e como eu sempre digo: A mudança começa em casa, não demore para agir.
Camilla Trigo.
Fonte: Revista eletrônica DAE

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Segundo a ONU o ano de 2009 apresentou menos desastres naturais.

Em uma década temos o menor números de desastres naturais em 2009. É fato que secas e inundações são exemplos de fenômenos que vêem causando ainda muitas mortes no mundo. 245 desastres naturais foram registrados em 2009,sendo que 434 foram registrados em 2005 (números divulgados na conferência internacional do clima em Copenhague).
“Os números mais baixos de 2009 são uma "boa notícia", mas desastres
meteorológicos extremos seguem no topo da lista e continuarão a afetar mais e
mais pessoas no futuro" que vivem em regiões litorâneas, disse Margareta
Wahlstrom, representante da Secretariado Geral da ONU para Redução de Riscos e
Desastres.”


Duas notícias assustadoras : A acidez do oceano irá aumentar 150% até 2050, e 70% dos corais de água fria estarão expostas a águas corrosivas. Então, uma leva a outra e assim temos que pensar que além de tudo os corais são fonte de alimentação de peixes comerciais * o que não me afeta pois sou vegetariana,mas já a economia mundial...*


Ps.: “Na semana passada, a WMO disse que 2009 seria o quinto ano mais quente já registrado e que a primeira década desde século seria a mais quente desde o início dos registros, em 1850.”
Fonte: msn.com
Matéria escolhida por Paulo e resumida por Camilla

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Paralisação nas negociações da Cop15


Nesta segunda feira, dia 14, a negociações da COP15 foram suspensas temporariamente devido ao protesto dos países em desenvolvimento depois que os países ricos disseram não querer em assumir novas metas após o fim do Protocolo de Kyoto, que acaba em 2012.




“O Protocolo de Kyoto é o único acordo que obriga os países ricos signatários a
reduzirem suas emissões. A expectativa dos países pobres é que esse pacto
seja renovado e que seja celebrado um segundo acordo que dê conta dos
pontos não contemplados por Kyoto.”, (BARBOSA,Dennis. 2009)


Segundo o secretário da ONU para Mudanças Climáticas, Yvo de Boer, os países não estão obstruindo o caminho para as negociações. (Ahaaam, sei.)
Fonte: Jornal do Estado de São Paulo.

Cop15



A ciência mostrou a grande importância na preocupação e na ação para diminuir de forma muito grande o aumento que a Terra vem sofrendo na sua temperatura com o passar do tempo. Além da temperatura da Terra subir 2°C, existirá um desequilíbrio muito grande envolvendo todo o Planeta. E mesmo com todo cuidado e planejamento a Terra estaria em estágio alarmante.
Copenhague, capital da Dinamarca, palco da 15ª Conferência da ONU sobre Mudanças do Clima (COP15) que começou dia 07 deste mês (12/2009). Essa conferência abre portas para um dos debates mais importantes do século, senão o mais importante. Os representantes de todos os países se reuniram para descutir o rumo que cada país irá tomar; conscientizando assim os líderes, mostrando o estágio que a Terra se encontra, e fazendo com que eles estipulem nromas de diminuição de emissão de gases de efeito estufa, por exemplo.

“Se esse cenário vai inspirar os representantes dos países que lá estarão a finalmente tomar as medidas necessárias para reverter uma catástrofe é algo que só se saberá ao fim do encontro, em duas semanas.De qualquer maneira, a COP15 está destinada a ocupar um lugar especial na história. As mudanças climáticas saíram definitivamente dos círculos científicos para assumir relevância política e econômica.” (GREENPEACE,2009)
Para uma otimização real em níveis de reverter de maneira considerável o aumento da temperatura no Planeta os países ricos teriam que “diminuir 40% de emissões de gases-estufa até 2020, destinar US$ 140 bilhões por ano para ações de mitigação e adaptação e transferir tecnologias limpas de geração de energia para quem não as tem”,segundo fontes do Greenpeace.
Para os países em densenvolvimento a dica é realmente se espelhar no planejamento inadequado, e no rumo, que os países ricos tomaram e estão tomando. É necessário visar um planejamento de desenvolvimento mais limpo (não digo limpo,pois na verdade não existe nada que seja 100% limpo, qua não traga nenhum dano ao meio ambiente). Mas se pensarmos em diminuir a quantidade de emissão de gases, diminuição do conssumismo, dentre outras infinitas ações já estariamos tomando um grande passo para a mudança.
Todos nós sabemos que exite uma grande preocupação de todos os países em querer se tornar uma grande potência. Só que para se tornar uma grande potência o país precisa produzir muito, e isso gera mais resíduos e emissão de gases por parte das indústrias, um exemplo facíl é os EUA. Porém, é necessáro lembrar que não adianta penssarmos mais nesse tipo de desenvolvimento,pois o futuro desse tipo de tomada de ações é o empobrecimento do mundo em geral,pois não existirá mais matérias primas -até nos países que seriam utilizados para a extração de recursos haveria escassez. Dinheiro não é tudo, o fato é todo esse. Hoje a natureza vale bem mais, pois ela representa a nossa vida.
Vale lembrar que vários manifestantes foram presos na Cop15. Houve muito tumulto e confusões. Mas também quem quer bem a Terra estava sem sombra de dúvidas muito desesperado! A Cop15 está sendo uma porta para que talvez todo mundo acorde para fatos muito reais que precisão de ações urgentes.

Ps: A mudança começa em sua casa, por isso ao invés de deixar tudo nas mãos dos governantes que tal racionar luz,água e comer menos carne? /fica a dica!

Fonte: Greenpeace BR

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Menino Plástico





Daniel Burd,16, é um estudante Canadense que descobriu uma forma de acelerar a desintegração do plástico polietileno – aquele derivado de gás e petróleo, que é usado na confecção de sacolinhas plásticas, por exemplo, de uma forma muito mais rápida.

"Depois de pesquisar muito, o menino descobriu que existem dois tipos de bactérias raríssimas que se desenvolvem na natureza, uma do gênero Sphingomonas e uma do Pseudômonas, que, ao serem isoladas, são capazes de decompor o plástico em seis semanas – ao invés de 400 anos, como acontece no processo natural de decomposição – e, tudo isso, sem gerar nenhuma substância nociva ao meio ambiente ou à saúde humana", segundo o blog da abril.

Apesar de ser apenas uma iniciativa essa descoberta já rendeu para Daniel o prêmio “Canada Wide Science Fair”, que premia os ganhadores com dinheiro e bolsa de estudos.

Esse fato nos lembra que ainda existem pessoas preocupadas com o mundo, como um todo, e que ainda temos solução para uma melhora contínua,gradativa. Porém apesar desta descoberta não será agora que iremos usar plástico a doidado e deixar de nos preocupar com um dos maiores problemas na humanidade atualmente: O lixo.

Por hoje é só, obrigada ;D