No dia 26 de março, às 20h30, será realizada a Hora do Planeta 2011. Em protesto ao aquecimento global, a ONG WWF convida, pela quarta vez, pessoas de todo o mundo a participar desta manifestação, apagando as luzes de suas casas, durante uma hora
Informação, curisosidades, ativismo e tudo mais relacionado com o mundo verde e com o mundo da ciência.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
E-mail Greenpeace-Philips
Recebi hoje um e-mail e acho de extrema importância me utilizar desse meu meio de comunicação para mostrar o mesmo.
A aliança Greenpeace-Philips contra as lâmpadas incandescentes
O Diário Oficial da União de 6 de janeiro publicou as portarias interministeriais 1.007 e 1.008, envolvendo os ministérios de Minas e Energia (MME), Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, determinando o ano de 2016 como prazo limite para a utilização de lâmpadas incandescentes no País, exceto para algumas poucas aplicações específicas.
O banimento das incandescentes, tecnologia consagrada por mais de um século de excelentes serviços prestados à Civilização, é uma tendência internacional motivada pelas concessões generalizadas que os governos nacionais têm feito ao movimento ambientalista internacional e a sua enorme influência sobre a opinião pública mundial. Não obstante, como tem sido um fato recorrente em quase todas as propostas ambientalistas, além de tal troca ser muito menos vantajosa tecnicamente do que querem fazer crer os seus proponentes, ela tem em sua origem uma aliança oportunista entre ambientalistas em busca de novas campanhas que justifiquem a sua existência, grandes empresas à procura de novas oportunidades de lucros, tecnocratas ávidos de impor novas regulamentações à sociedade e lideranças políticas interessadas em cativar potenciais eleitores com atitudes “politicamente corretas”.
Assim, as incandescentes poderão juntar-se a uma lista de produtos que os ambientalistas e seus mentores conseguiram retirar de circulação ou restringir drasticamente a sua produção e usos, por motivos meramente políticos, que nada tinham a ver com os fatos científicos observados. Dois casos emblemáticos foram o DDT, ainda hoje o mais barato e eficiente pesticida conhecido, e os clorofluorcarbonos (CFCs), que abriram ao mundo os benefícios da refrigeração em massa. Em ambos os casos, por se tratar de produtos de custo de produção extremamente baixo e cujas patentes já eram de domínio público, as grandes empresas transnacionais que os produziam inicialmente não apenas não se opuseram às campanhas espúrias dos ambientalistas em favor do seu banimento, mas acabaram por incentivá-las, para introduzir no mercado novos produtos substitutos – devidamente protegidos por patentes e muito mais caros.
Uma história semelhante parece repetir-se com as lâmpadas criadas por Thomas A. Edison há 130 anos. Na origem da campanha contra as incandescentes, está uma aliança de oportunidade entre o Greenpeace e a gigante elétrica Philips, como revelou o jornalista holandês Syp Wynia, na edição de 8 de agosto de 2009 da revista semanal Elsevier.
Segundo Wynia, a Philips estava (e continua) engajada em desenvolver o mercado de lâmpadas fluorescentes e LEDs. Como as incandescentes têm custos de fabricação extremamente baixos, a multinacional holandesa considera muito mais interessante promover as fluorescentes e as LEDs, que podem custar até dez vezes mais.
Em 2007, o Greenpeace foi recrutado para promover a associação das lâmpadas incandescentes ao discurso catastrofista sobre as mudanças climáticas, por meio do argumento da suposta ineficiência energética das incandescentes – que, ao consumir mais energia que as fluorescentes e LEDs, estariam promovendo um maior consumo de combustíveis fósseis e contribuindo decisivamente para as emissões de gases de efeito estufa. Assim, a ONG deflagrou, primeiramente na Holanda (também seu país sede), uma exitosa campanha contra as incandescentes, intitulada “Salvem a Terra, proíbam as incandescentes”, que resultou na aprovação de uma lei pelo Parlamento daquele país, a qual determina a retirada das incandescentes do mercado holandês até 2012.
Aprovado o banimento na Holanda, a então ministra do Meio Ambiente do país, Jacqueline Cramer, passou a fazer um ativo lobby junto aos seus pares da União Europeia (EU), no sentido de estender a medida ao bloco. A tarefa foi facilitada pela grande repercussão obtida pela divulgação do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e pelo documentário premiado de Al Gore, «Uma Verdade Inconveniente». Em menos de um ano, a UE determinou o banimento de lâmpadas incandescentes de 100 ou mais watts, a partir de 2009, e um banimento completo até setembro de 2012.
Ainda segundo Wynia, a Philips financiou ativamente a campanha ambientalista contra as incandescentes, proporcionando generosas verbas a ONGs como o Greenpeace e outras. A multinacional também patrocinou palestras de Al Gore na Holanda, para “conscientizar” a população local da necessidade de se abolir as incandescentes.
Por outro lado, o banimento das incandescentes pode acarretar uma série de problemas para os consumidores dos países que adotarem a medida. Para começar, as fluorescentes e LEDs são bem mais caras. Na loja online da rede Pão de Açúcar, uma incandescente Philips de 100 W custa R$ 2,85, enquanto uma fluorescente de 20 W (equivalente a uma fluorescente de 75 W) da mesma marca custa R$ 14,73.
Além disso, ao contrário do que comumente se afirma, as fluorescentes não representam uma grande economia de energia e durabilidade, exceto nos casos de uso continuado por longos períodos, típicos de instalações comerciais e industriais, repartições públicas, escolas etc. Se submetidas a constantes operações liga-desliga, comuns nas residências, a sua vida útil pode reduzir-se quase à das incandescentes.
Some-se a isso o fato de que as fluorescentes registram um maior consumo de energia quando são ligadas do que ao longo do seu funcionamento, de modo que operações liga-desliga constantes podem resultar num consumo de energia equivalente ou maior que o das incandescentes.
Ademais, as CFL (da sigla em inglês para Lâmpada Fluorescente Compacta) possuem metais tóxicos em sua composição, como o mercúrio, que podem ser liberados no ambiente em casos de quebra ou disposição inadequada após o seu descarte. Igualmente, como a sua luz é emitida em pulsos, ao contrário das incandescentes, elas podem afetar pessoas sensíveis a constantes variações de iluminação.
Portanto, assim como ocorreu com o DDT e os CFCs, não há quaisquer motivos para se promover tal substituição de padrão tecnológico, exceto os mencionados anteriormente. Felizmente, o banimento das incandescentes tem suscitado um intenso debate em países europeus, onde a população tem mostrado uma grande resistência à mudança. Na própria Holanda, até mesmo alguns dos políticos que apoiaram a abolição mudaram de posição, como a porta-voz para assuntos ambientais do Partido Democrata Cristão (CDA), Liesbeth Spies. Para ela, a economia de energia resultante da substituição das incandescentes pelas fluorescentes é muito relativa, e que o banimento é uma proposta absurda.
O caso mais interessante de resistência ao banimento é o da Nova Zelândia. O país, que chegou a se comprometer em abolir as incandescentes em 2007, foi o único caso no mundo até o momento a voltar atrás de tal medida. A decisão de declinar de tal compromisso foi tomada em dezembro de 2008, após as eleições que elegeram o novo primeiro-ministro John Key. São oportunas as palavras do atual ministro de Desenvolvimento Econômico, Energia e Recursos Naturais do país, Gerry Brownlee, que, perguntado sobre porque havia declinado de banir as incandescentes, afirmou: «Há um grande número de excelentes razões pelas quais não nos mobilizaremos para banir as lâmpadas incandescentes. A primeira é que o governo acredita que essa que a escolha não é compulsória, que a capacidade dos indivíduos de tomar as suas próprias decisões sobre que tipo de vida desejam ter, e que contribuição queremos dar com relação às mudanças climáticas, é muito melhor do que um pequeno Estado ditando o que devem ou não fazer.» (www.parliament.nz)
Oxalá, os legisladores e cidadãos brasileiros em geral demonstrem uma lucidez semelhante e se mobilizem para impedir mais essa tramoia disfarçada de "verde".
A aliança Greenpeace-Philips contra as lâmpadas incandescentes
O Diário Oficial da União de 6 de janeiro publicou as portarias interministeriais 1.007 e 1.008, envolvendo os ministérios de Minas e Energia (MME), Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, determinando o ano de 2016 como prazo limite para a utilização de lâmpadas incandescentes no País, exceto para algumas poucas aplicações específicas.
O banimento das incandescentes, tecnologia consagrada por mais de um século de excelentes serviços prestados à Civilização, é uma tendência internacional motivada pelas concessões generalizadas que os governos nacionais têm feito ao movimento ambientalista internacional e a sua enorme influência sobre a opinião pública mundial. Não obstante, como tem sido um fato recorrente em quase todas as propostas ambientalistas, além de tal troca ser muito menos vantajosa tecnicamente do que querem fazer crer os seus proponentes, ela tem em sua origem uma aliança oportunista entre ambientalistas em busca de novas campanhas que justifiquem a sua existência, grandes empresas à procura de novas oportunidades de lucros, tecnocratas ávidos de impor novas regulamentações à sociedade e lideranças políticas interessadas em cativar potenciais eleitores com atitudes “politicamente corretas”.
Assim, as incandescentes poderão juntar-se a uma lista de produtos que os ambientalistas e seus mentores conseguiram retirar de circulação ou restringir drasticamente a sua produção e usos, por motivos meramente políticos, que nada tinham a ver com os fatos científicos observados. Dois casos emblemáticos foram o DDT, ainda hoje o mais barato e eficiente pesticida conhecido, e os clorofluorcarbonos (CFCs), que abriram ao mundo os benefícios da refrigeração em massa. Em ambos os casos, por se tratar de produtos de custo de produção extremamente baixo e cujas patentes já eram de domínio público, as grandes empresas transnacionais que os produziam inicialmente não apenas não se opuseram às campanhas espúrias dos ambientalistas em favor do seu banimento, mas acabaram por incentivá-las, para introduzir no mercado novos produtos substitutos – devidamente protegidos por patentes e muito mais caros.
Uma história semelhante parece repetir-se com as lâmpadas criadas por Thomas A. Edison há 130 anos. Na origem da campanha contra as incandescentes, está uma aliança de oportunidade entre o Greenpeace e a gigante elétrica Philips, como revelou o jornalista holandês Syp Wynia, na edição de 8 de agosto de 2009 da revista semanal Elsevier.
Segundo Wynia, a Philips estava (e continua) engajada em desenvolver o mercado de lâmpadas fluorescentes e LEDs. Como as incandescentes têm custos de fabricação extremamente baixos, a multinacional holandesa considera muito mais interessante promover as fluorescentes e as LEDs, que podem custar até dez vezes mais.
Em 2007, o Greenpeace foi recrutado para promover a associação das lâmpadas incandescentes ao discurso catastrofista sobre as mudanças climáticas, por meio do argumento da suposta ineficiência energética das incandescentes – que, ao consumir mais energia que as fluorescentes e LEDs, estariam promovendo um maior consumo de combustíveis fósseis e contribuindo decisivamente para as emissões de gases de efeito estufa. Assim, a ONG deflagrou, primeiramente na Holanda (também seu país sede), uma exitosa campanha contra as incandescentes, intitulada “Salvem a Terra, proíbam as incandescentes”, que resultou na aprovação de uma lei pelo Parlamento daquele país, a qual determina a retirada das incandescentes do mercado holandês até 2012.
Aprovado o banimento na Holanda, a então ministra do Meio Ambiente do país, Jacqueline Cramer, passou a fazer um ativo lobby junto aos seus pares da União Europeia (EU), no sentido de estender a medida ao bloco. A tarefa foi facilitada pela grande repercussão obtida pela divulgação do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e pelo documentário premiado de Al Gore, «Uma Verdade Inconveniente». Em menos de um ano, a UE determinou o banimento de lâmpadas incandescentes de 100 ou mais watts, a partir de 2009, e um banimento completo até setembro de 2012.
Ainda segundo Wynia, a Philips financiou ativamente a campanha ambientalista contra as incandescentes, proporcionando generosas verbas a ONGs como o Greenpeace e outras. A multinacional também patrocinou palestras de Al Gore na Holanda, para “conscientizar” a população local da necessidade de se abolir as incandescentes.
Por outro lado, o banimento das incandescentes pode acarretar uma série de problemas para os consumidores dos países que adotarem a medida. Para começar, as fluorescentes e LEDs são bem mais caras. Na loja online da rede Pão de Açúcar, uma incandescente Philips de 100 W custa R$ 2,85, enquanto uma fluorescente de 20 W (equivalente a uma fluorescente de 75 W) da mesma marca custa R$ 14,73.
Além disso, ao contrário do que comumente se afirma, as fluorescentes não representam uma grande economia de energia e durabilidade, exceto nos casos de uso continuado por longos períodos, típicos de instalações comerciais e industriais, repartições públicas, escolas etc. Se submetidas a constantes operações liga-desliga, comuns nas residências, a sua vida útil pode reduzir-se quase à das incandescentes.
Some-se a isso o fato de que as fluorescentes registram um maior consumo de energia quando são ligadas do que ao longo do seu funcionamento, de modo que operações liga-desliga constantes podem resultar num consumo de energia equivalente ou maior que o das incandescentes.
Ademais, as CFL (da sigla em inglês para Lâmpada Fluorescente Compacta) possuem metais tóxicos em sua composição, como o mercúrio, que podem ser liberados no ambiente em casos de quebra ou disposição inadequada após o seu descarte. Igualmente, como a sua luz é emitida em pulsos, ao contrário das incandescentes, elas podem afetar pessoas sensíveis a constantes variações de iluminação.
Portanto, assim como ocorreu com o DDT e os CFCs, não há quaisquer motivos para se promover tal substituição de padrão tecnológico, exceto os mencionados anteriormente. Felizmente, o banimento das incandescentes tem suscitado um intenso debate em países europeus, onde a população tem mostrado uma grande resistência à mudança. Na própria Holanda, até mesmo alguns dos políticos que apoiaram a abolição mudaram de posição, como a porta-voz para assuntos ambientais do Partido Democrata Cristão (CDA), Liesbeth Spies. Para ela, a economia de energia resultante da substituição das incandescentes pelas fluorescentes é muito relativa, e que o banimento é uma proposta absurda.
O caso mais interessante de resistência ao banimento é o da Nova Zelândia. O país, que chegou a se comprometer em abolir as incandescentes em 2007, foi o único caso no mundo até o momento a voltar atrás de tal medida. A decisão de declinar de tal compromisso foi tomada em dezembro de 2008, após as eleições que elegeram o novo primeiro-ministro John Key. São oportunas as palavras do atual ministro de Desenvolvimento Econômico, Energia e Recursos Naturais do país, Gerry Brownlee, que, perguntado sobre porque havia declinado de banir as incandescentes, afirmou: «Há um grande número de excelentes razões pelas quais não nos mobilizaremos para banir as lâmpadas incandescentes. A primeira é que o governo acredita que essa que a escolha não é compulsória, que a capacidade dos indivíduos de tomar as suas próprias decisões sobre que tipo de vida desejam ter, e que contribuição queremos dar com relação às mudanças climáticas, é muito melhor do que um pequeno Estado ditando o que devem ou não fazer.» (www.parliament.nz)
Oxalá, os legisladores e cidadãos brasileiros em geral demonstrem uma lucidez semelhante e se mobilizem para impedir mais essa tramoia disfarçada de "verde".
Autor:
Leandro Batista
Fonte:
Jornal do MSIA - Movimento de Solidariedade Ibero-Americana
1a. quinzena de janeiro de 2011
Vol XVII, no. 15
Marcadores:
Ativismo/Manifesto,
energia,
Informação,
Notícias,
Tecnologia
domingo, 6 de junho de 2010
Projeto Integrador - Energia eólica a partir do eletromagnetismo.
O Projeto a seguir faz parte da avaliação da disciplina de Sociedade e Tecnologia, tendo como professora Juliana Moura, sobre um projeto desenvolvido pelos alunos do terceiro semestre da Universidade Jorge Amado de Engenharia Sanitária e Ambiental. Espero que gostem, apesar de ser bem extenso. E para quem achar muito grande eu garanto que a próxima postagem não será sobre o projeto, mas eu tinha que postar aqui para ser avaliado. Att.
Projeto :
Transformação de energia eólica em elétrica por eletromagnetismo
Tópicos a serem abordados:
-O que é eletromagnetismo
-Curiosidade
-Energia eólica
-Energia eólica no mundo
-Justificativa da elaboração do trabalho
-Recursos materiais e financeiros
-Etapas
-Funcionamento
-Cálculos
-Conclusão
-Referências
Sobre o Eletromagnetismo:
Curiosidade:
“O vocábulo magnetismo é devido a uma região chamada Magnésia, localizada na Turquia, local em que essas pedras foram encontradas. Quando suspensas por seus centros de massa, tais pedras orientavam-se sempre no sentido norte-sul. Eram construídas de óxido de ferro e denominadas magnéticas. Atualmente, recebem o nome genérico de ímã natural. Só mais tarde descobriu-se a possibilidade de fabricar ímãs artificiais. “ Fonte: Colégio Web.
Energia Eólica:
- O termo eólico vem do latim aeolicus, pertencente ou relativo a Éolo, Deus dos ventos na mitologia grega e, portanto, pertencente ou relativo ao vento.
- Usada desde a antiguidade para mover os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover as suas pás.
- Na atualidade, energia eólica para mover aerogeradores.
- Um aerogerador é um dispositivo que aproveita a energia eólica e a converte em energia elétrica.
A Energia Eólica no Mundo:
- Os EUA lideram o ranking dos países que mais produzem energia através de fonte eólica.
- Na Dinamarca esta representa 23% da produção, 6% na Alemanha e cerca de 8% em Portugal e na Espanha (2007)
- A capacidade de geração de energia eólica no Brasil em 2009 aumentou de 77,7% em relação ao ano anterior.
- O custo da geração de energia eólica tem caído rapidamente nos últimos anos.
- A energia eólica pode ser considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota, limpa, amplamente distribuída globalmente e, se utilizada para substituir fontes de combustíveis fósseis.
Justificativa da elaboração do trabalho:
Recursos Materiais e Financeiros:
- Uma bateria recarregável - 13,00
- Maderite (69x100cm) * - sem custo
- Papelão* – sem custo
- Tintas – 22,00 reais
- Areia colorida* – sem custo
- Banner – 40,00 reais
- Cola* - sem custo
- Hélice* - sem custo
- Dínamo* sem custo
- Suportes* - sem custos
- Carrinhos - 1,20 reais
Num total de R$ 76,20
*materiais reutilizados ou encontrados em casa.
Etapas de elaboração do projeto:
1º Passo: Reunimos equipamentos e materiais necessários na utilização do processo de construção do gerador de energia elétrica pela força dos ventos e maquete descrito passo-a-passo abaixo:
Protótipo:
-1º passo: Seleção de materiais para montagem do circuito: Leds, fios, hélice, bateria,dínamo
-2º passo: Escolha do dimano para fonte geradora de energia
-3° passo: Modificação do dispositivo de ar condicionado reprojetando-o para ele trabalhar com funcionamento de um dínamo
-4º passo : Acoplar a hélice ao dínamo reprojetado.
-5° passo: Medição de tensão do dínamo (testes do prototipo)
-6° passo: instalação dos leds aos fios interligados aos postes
-7° passo: Uso do aspirador de pó como força eólica para teste final da geração de energia
Maquete:
-1º passo: Escolha do maderite (100X69 cm) para fazer a base.
-2º passo : Demarcar espaços para desenho e introdução dos objetos:
-3° passo : Pintura da pista
-4° passo: Corte e pintura de papelão para construção das casas e guarita de vigilância.
-5° passo: Construção das árvores com frasco de desodorante roll-on e pantufa.
-6° passo: Colagem das casas, guarita e árvore no local já demarcado.
-7° passo: Colagem de areia colorida (verde e azul) para grama e lago.
-8° passo: Colagem do pó de serra.
-9° passo: Colagem de pedrinhas verdes.
PASSO FINAL: União do protótipo com a maquete .
Funcionamento :
Valores do projeto calculados:
Corrente*
I= V/R
I= 0,8 A
*Medida com amperímetro
Tensão*
V= R.I
V=42,5. 0,8
V=34v
*Medido com voltímetro
Potência
P= I².V
P= (0,8)².34
P=21,76W
Lei de OHM
R=U/ I
R= 42,5 OHM
Obs: Sendo V: tensão R: resistência I: corrente
Conclusão:
Referências :
http://fisica.cdcc.sc.usp.br/olimpiadas/01/artigo1/fontes_eletrica.html
http://www.infoescola.com/energia/armazenamento-da-energia-eletrica-energia-eolica/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_e%C3%B3lica
http://www.al.rs.gov.br/download/Subenergia_Eolica/RF_energia_eolica.pdf
http://www.dee.feis.unesp.br/usinaecoeletrica/eolica/aspectos.htm
Centro Universitário Jorge Amado
Engenharia Sanitária e Ambiental
3º semestre
Alunos: Antonio Vieira
Camilla Trigo
Fernanda Canário
Greiciele Santana
Josi Carla
Luiz Guilherme
Rebecca Bahia
Rodrigo Santos
Transformação de energia eólica em elétrica por eletromagnetismo
Tópicos a serem abordados:
-O que é eletromagnetismo
-Curiosidade
-Energia eólica
-Energia eólica no mundo
-Justificativa da elaboração do trabalho
-Recursos materiais e financeiros
-Etapas
-Funcionamento
-Cálculos
-Conclusão
-Referências
Sobre o Eletromagnetismo:
Eletromagnetismo é o nome da teoria unificada desenvolvida por James Maxwell para explicar a relação entre a eletricidade e o magnetismo. Esta teoria baseia-se no conceito de campo eletromagnético.
Onde o Campo magnético resultado do movimento de cargas elétricas fenômeno conhecido por indução eletromagnética, mecanismo utilizado em geradores elétricos, motores e transformadores de tensão). A luz,por exemplo, é uma propagação de uma perturbação eletromagnética .
Onde o Campo magnético resultado do movimento de cargas elétricas fenômeno conhecido por indução eletromagnética, mecanismo utilizado em geradores elétricos, motores e transformadores de tensão). A luz,por exemplo, é uma propagação de uma perturbação eletromagnética .
Curiosidade:
“O vocábulo magnetismo é devido a uma região chamada Magnésia, localizada na Turquia, local em que essas pedras foram encontradas. Quando suspensas por seus centros de massa, tais pedras orientavam-se sempre no sentido norte-sul. Eram construídas de óxido de ferro e denominadas magnéticas. Atualmente, recebem o nome genérico de ímã natural. Só mais tarde descobriu-se a possibilidade de fabricar ímãs artificiais. “ Fonte: Colégio Web.
Energia Eólica:
- O termo eólico vem do latim aeolicus, pertencente ou relativo a Éolo, Deus dos ventos na mitologia grega e, portanto, pertencente ou relativo ao vento.
- Usada desde a antiguidade para mover os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover as suas pás.
- Na atualidade, energia eólica para mover aerogeradores.
- Um aerogerador é um dispositivo que aproveita a energia eólica e a converte em energia elétrica.
A Energia Eólica no Mundo:
- Os EUA lideram o ranking dos países que mais produzem energia através de fonte eólica.
- Na Dinamarca esta representa 23% da produção, 6% na Alemanha e cerca de 8% em Portugal e na Espanha (2007)
- A capacidade de geração de energia eólica no Brasil em 2009 aumentou de 77,7% em relação ao ano anterior.
- O custo da geração de energia eólica tem caído rapidamente nos últimos anos.
- A energia eólica pode ser considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota, limpa, amplamente distribuída globalmente e, se utilizada para substituir fontes de combustíveis fósseis.
Justificativa da elaboração do trabalho:
A escolha do projeto integrador ser de um gerador de energia através da força eólica se deu pelo fato de unir o nosso projeto ao curso de nossa escolha, Engenharia Ambiental e Sanitária, combinando as vantagens da energia eólica produzida pela força do vento, baixo custo, facilidade de transporte, limpeza e simplicidade de comando além de ser uma energia ecologicamente correta. Com a conscientização de uma produção de energia a qual é renovável e sustentável. Elaboramos o projeto com construção simples, custo reduzido, grande versatilidade de adaptação às cargas elétricas das mais diversas formas e melhores rendimentos.
Recursos Materiais e Financeiros:
Nossos recursos foram na maior parte objetos que tinhamos em casa ou na própria faculdade, fazendo assim um trabalho mais sustentável, pois reutilizou materiais. E na perte financeira também nós permitiu mais, já que não saiu caro como poderia ter saído.
- Uma bateria recarregável - 13,00
- Maderite (69x100cm) * - sem custo
- Papelão* – sem custo
- Tintas – 22,00 reais
- Areia colorida* – sem custo
- Banner – 40,00 reais
- Cola* - sem custo
- Hélice* - sem custo
- Dínamo* sem custo
- Suportes* - sem custos
- Carrinhos - 1,20 reais
Num total de R$ 76,20
*materiais reutilizados ou encontrados em casa.
Etapas de elaboração do projeto:
1º Passo: Reunimos equipamentos e materiais necessários na utilização do processo de construção do gerador de energia elétrica pela força dos ventos e maquete descrito passo-a-passo abaixo:
Protótipo:
-1º passo: Seleção de materiais para montagem do circuito: Leds, fios, hélice, bateria,dínamo
-2º passo: Escolha do dimano para fonte geradora de energia
-3° passo: Modificação do dispositivo de ar condicionado reprojetando-o para ele trabalhar com funcionamento de um dínamo
-4º passo : Acoplar a hélice ao dínamo reprojetado.
-5° passo: Medição de tensão do dínamo (testes do prototipo)
-6° passo: instalação dos leds aos fios interligados aos postes
-7° passo: Uso do aspirador de pó como força eólica para teste final da geração de energia
Maquete:
-1º passo: Escolha do maderite (100X69 cm) para fazer a base.
-2º passo : Demarcar espaços para desenho e introdução dos objetos:
-3° passo : Pintura da pista
-4° passo: Corte e pintura de papelão para construção das casas e guarita de vigilância.
-5° passo: Construção das árvores com frasco de desodorante roll-on e pantufa.
-6° passo: Colagem das casas, guarita e árvore no local já demarcado.
-7° passo: Colagem de areia colorida (verde e azul) para grama e lago.
-8° passo: Colagem do pó de serra.
-9° passo: Colagem de pedrinhas verdes.
PASSO FINAL: União do protótipo com a maquete .
Funcionamento :
Quando o dínamo está em contato com a hélice, o seu movimento de rotação é transferido para o eixo do dínamo pelo contato com a força do vento. Como o ímã é fixado ao eixo, ele fica girando tendo as bobinas ao seu redor. O fato da lâmpada dos leds acender está associado a esse movimento.
No dínamo não há contato físico entre o ímã e as bobinas, entretanto, elas se influenciam mutuamente. Neste caso é o campo magnético, no qual as bobinas estão imersas, deste modo, por meio do campo magnético as partes fixa e móvel do dínamo podem se relacionar. Mas isso não é tudo, porque apenas a presença do ímã no interior do dínamo não é suficiente para acender a lâmpada. Isso pode ser compreendido usando-se o princípio da conservação da energia. Quando a lâmpada está acesa, ela irradia continuamente energia luminosa e térmica para o meio, no entanto o acendimento da lâmpada não pode ser causado apenas pela presença do ímã em repouso, isso significa que a energia estaria sendo gerada do interior desse ímã, o que sugere que ele deveria ter um certo desgaste com o passar do tempo, entretanto, ímãs não se "gastam", ao contrário das baterias.
E é ai que entra a força do vento, que tem que fazer girar o eixo do dínamo para acender os leds contidos no projeto. De acordo com o princípio da conservação de energia, o fluxo contínuo de energia luminosa e térmica para fora do sistema não pode ser causado por algo que não muda ao longo do tempo. Em outras palavras, não há como o ímã parado possa gerar energia, continuamente, para a lâmpada, é preciso que essa energia mecânica gerada na hélice pelo vento seja transformada em energia elétrica através do dínamo.
O campo magnético de um ímã parado varia de ponto para ponto do espaço, mas em cada um desses pontos ele permanece constante no tempo. Quando o ímã gira, como acontece com a parte móvel do dínamo o campo magnético varia no espaço ao redor dele. Essa variação gera um campo elétrico produzindo uma corrente elétrica que é percebida com o acendimento do led.
O funcionamento do dínamo ilustra um caso particular de uma das quatro leis gerais do Eletromagnetismo: a lei de Faraday, segundo a qual uma corrente elétrica é gerada num circuito fechado sempre que houver uma variação de um campo magnético nessa região.
Corrente*
I= V/R
I= 0,8 A
*Medida com amperímetro
Tensão*
V= R.I
V=42,5. 0,8
V=34v
*Medido com voltímetro
Potência
P= I².V
P= (0,8)².34
P=21,76W
Lei de OHM
R=U/ I
R= 42,5 OHM
Obs: Sendo V: tensão R: resistência I: corrente
Conclusão:
Desta maneira o projeto- tendo como assunto central a abordagem do eletromagnetismo - que o nosso grupo fez, foi preocupado em mostrar algo diferente e diversificado , elaborando desta maneira um protótipo de geração eólica, abordando o seu funcionamento e acima de tudo a sua importância como forma de geração de energia nos dias atuais, já que o mundo vem passando por grandes questões energéticas, principalmente pela demanda de poucas formas sustentáveis da mesma. O projeto também foi muito importante para nós, alunos, aumentarmos o nosso conhecimento na área da física, e nas questões abordadas, nos tornando profissionais e estudantes mais capacitados.
Mais fotos do trabalho em execução:
Referências :
http://fisica.cdcc.sc.usp.br/olimpiadas/01/artigo1/fontes_eletrica.html
http://www.infoescola.com/energia/armazenamento-da-energia-eletrica-energia-eolica/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_e%C3%B3lica
http://www.al.rs.gov.br/download/Subenergia_Eolica/RF_energia_eolica.pdf
http://www.dee.feis.unesp.br/usinaecoeletrica/eolica/aspectos.htm
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Petróleo e energia eólica
Olá. Pois é, muito tempo sem postar aqui. Infelizmente, final de semestre consome qualquer universitário. Bem, vamos hoje falar um pouquinho sobre uma reportagem que recebi por e-mail de uma colega minha, Thuane, do Greenpeace. Espero que vocês gostem.
O economista chefe da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol, afirma que a época do petróleo fácil terminou. Ele também afirma que é necessário deixarmos o petróleo antes que ele nos deixe. Pesquisas afirmam que o petróleo vai principalmente para o tanque do carro das pessoas, e a primeira medida seria diminuir o uso dos mesmos, tentando utilizar ao máximo ônibus, metrô, bicicleta... De incío parece ser difícil mudar certos hábitos, mas é necessário pensar nas melhorias que irão ocorrer.
Enquanto os recurso do petróleo são bem limitados , os recursos eólicos são muito abundantes.
Fonte msn verde (enviado por Thuane)
Por Camilla Trigo
O economista chefe da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol, afirma que a época do petróleo fácil terminou. Ele também afirma que é necessário deixarmos o petróleo antes que ele nos deixe. Pesquisas afirmam que o petróleo vai principalmente para o tanque do carro das pessoas, e a primeira medida seria diminuir o uso dos mesmos, tentando utilizar ao máximo ônibus, metrô, bicicleta... De incío parece ser difícil mudar certos hábitos, mas é necessário pensar nas melhorias que irão ocorrer.
Enquanto os recurso do petróleo são bem limitados , os recursos eólicos são muito abundantes.
"Um estudo recente, publicado na Academia Nacional de Procedimentos Científicos dos Estados Unidos, descobriu que os maiores produtores de carbono do mundo têm grande potencial de energia eólica, o suficiente para suprir suas necessidades elétricas."O que muita gente não sabe é que uma das maiores potências globais, os EUA têm um potencial eólico enorme, 22 vezes maior que a eletricidade atual. Interessante,não? Já na China esse potencial é 15 vezes maior.
"Atualmente, a maior indústria de energia eólica está localizada na Europa, mas isso pode mudar logo. China e Japão começaram a desenvolver a produção de energia eólica em alto mar. Outro que quer entrar na briga é os Estados Unidos, o país aprovou recentemente um projeto de energia eólica em alto mar para a costa de Massachusetts, outros estados também buscam aprovação, como Delaware, New Jersey e Rhode Island."
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Por Camilla Trigo
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